Doença Cardíaca Isquêmica: aspectos epidemiológicos, fisiopatológicos e manejo terapêutico

Authors

  • Anna Carlinda Arantes de Almeida Braga
  • Ana Luiza Andrade Rabelo
  • Fernanda Orlandi Lacerda
  • Giovanna Dandara Leite Silvério de Sousa
  • Helena Fontenelle de Carvalho Costa
  • Igor Yury Silva
  • Isabela Luz de Moraes
  • Júlia Orlandi Lacerda
  • Luiza Monteiro dos Santos
  • Maria Eduarda de Almeida Braga

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv6n3-372

Keywords:

Doença Cardíaca Isquêmica, diagnóstico, insuficiência cardíaca, fisiopatologia, tratamento

Abstract

A Doença Cardíaca Isquêmica (DCI) é uma condição que ocorre quando o fluxo sanguíneo para o coração é reduzido ou bloqueado, geralmente devido à obstrução das artérias coronárias. Múltiplos fatores, como hipertensão arterial sistêmica, diabetes, tabagismo, sedentarismo e obesidade, favorecem a disfunção endotelial e aumentam a permeabilidade arterial à adesão e depósito de moléculas de colesterol. A principal casa da CDI é a aterosclerose, formação de placa ateromatosa na túnica íntima das artérias. Porém, o infarto do miocárdio com artérias coronárias não obstrutivas (IMACNO) também é uma causa importante da CDI. Quanto às manifestações clínicas, incluem angina, dispneia aos esforços, fadiga, palpitações e sintomas como náuseas, vômitos, sudorese, síncope. O diagnóstico da CMD envolve avaliação clínica, exames laboratoriais, eletrocardiograma, teste ergométrico, ecocardiograma transtorácico e angiografia coronária. Já a abordagem terapêutica tem como objetivo controlar os sintomas, controle dos fatores de risco e prevenção de fenômenos cardiovasculares. A abordagem farmacológica utiliza medicamentos, como anti plaquetários, estatinas e betabloqueadores, para reduzir os fatores de risco e prevenir a progressão da doença, além de intervenções não medicamentosas, como a Intervenção Coronária Percutânea (ICP) ou a Cirurgia de Revascularização Miocárdica (CRM). Além disso, a prevenção inclui o controle dos fatores de risco e a adoção de um estilo de vida saudável. As principais complicações, são infarto agudo do miocárdio (IAM), insuficiência cardíaca (IC) e arritmias. O prognóstico da DCI varia dependendo do grau de obstrução das artérias coronárias, da presença de outras condições médicas e da adesão ao tratamento. A detecção precoce e o tratamento adequado da DCI são fundamentais para reduzir o risco de complicações e melhorar a qualidade de vida do paciente.

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Published

06/19/2023

How to Cite

BRAGA, A. C. A. de A.; RABELO, A. L. A.; LACERDA, F. O.; DE SOUSA, G. D. L. S.; COSTA, H. F. de C.; SILVA, I. Y.; DE MORAES , I. L.; LACERDA, J. O.; DOS SANTOS, L. M.; BRAGA, M. E. de A. Doença Cardíaca Isquêmica: aspectos epidemiológicos, fisiopatológicos e manejo terapêutico. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 6, n. 3, p. 13172–13188, 2023. DOI: 10.34119/bjhrv6n3-372. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/60799. Acesso em: 19 oct. 2026.

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Original Papers