Importância das características de patologias ósseas na identificação humana: espondilite anquilosante

Authors

  • Nathália Gomes Buarque Rodrigues
  • Marcus Vitor Diniz de Carvalho
  • Emilly Araújo Pereira
  • Mariana Barbosa da Luz de Santana
  • Tatyane dos Santos Ferreira
  • Magaly Bushatsky
  • Gabriela Granja Porto Petraki
  • Evelyne Pessoa Soriano

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv6n3-175

Keywords:

identificação humana, antropologia forense, espondilite anquilosante

Abstract

O presente trabalho teve como objetivo relatar um caso de espondilite anquilosante observado em um esqueleto que pertence ao Centro de Estudos em Antropologia Forense da Faculdade de Odontologia da Universidade de Pernambuco (CEAF/FOP/UPE), destacando a importância das patologias ósseas no processo de identificação humana. O esqueleto estudado pertence ao sexo masculino e tinha 65 anos de idade quando da morte. A ossada foi disposta em posição anatômica e analisada macroscopicamente. Foram observadas a fusão das vértebras C3 e C4, a presença de sindesmofitose envolvendo as vértebras de T8 a T11, a fusão das costelas à coluna, e a fusão da articulação sacro-ilíaca direita. Numa perícia antropológica na qual o profissional seja capaz de identificar a EA no esqueleto e os familiares da provável vítima reúnam informações que mostrem a presença da doença durante a sua vida, a obtenção da identificação é facilitada. A EA pode ser útil na identificação humana em situações em que apenas restos ósseos são encontrados, principalmente quando há fusão vertebral, anquilose e sindesmófitos presentes, porém deve ser usada em conjunto com outros métodos de identificação.

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Published

05/24/2023

How to Cite

RODRIGUES, N. G. B.; DE CARVALHO, M. V. D.; PEREIRA, E. A.; DE SANTANA, M. B. da L.; FERREIRA, T. dos S.; BUSHATSKY, M.; PETRAKI, G. G. P.; SORIANO, E. P. Importância das características de patologias ósseas na identificação humana: espondilite anquilosante. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 6, n. 3, p. 10633–10648, 2023. DOI: 10.34119/bjhrv6n3-175. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/60086. Acesso em: 19 oct. 2026.

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