Uso de Anfetaminas por estudantes de medicina no contexto da COVID-19
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv6n3-105Keywords:
Anfetaminas, estudantes de medicina, COVID-19Abstract
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no primeiro ano da pandemia de COVID-19, houve um aumento de 25% na prevalência de ansiedade e depressão em todo o mundo. O isolamento social decorrente da pandemia e consequentemente as restrições à capacidade das pessoas de trabalhar, busca de apoio dos entes queridos e envolvimento em suas comunidades estavam entre os principais geradores de estresse. Nesse sentido, os estudos evidenciaram o aumento do consumo de anfetaminas por acadêmicos de medicina. O presente estudo tem como objetivo analisar a prevalência do uso de anfetaminas por estudantes de medicina no contexto da pandemia Covid-19. O estudo contou com uma amostra de 211 participantes acadêmicos de medicina na faixa etária de 18 até 41 anos, que usam ou não anfetaminas. Os critérios de exclusão foram alunos que forneçam informações imprecisas e respondam de forma incompleta o questionário. O uso de estimulantes é uma prática comum entre a população mundial. Nos últimos tempos os estudos destacam que o número de estudantes que fazem uso de estimulantes apresentou um crescimento considerável, a popularidade do uso indevido provavelmente decorre da ideia de que o uso desses estimulantes melhorará o foco, a atenção e, portanto, o desempenho acadêmico. Além disso, esta pesquisa demonstra em profundidade a necessidade de realização de mais estudos, os quais devem ser grandes, randomizados e tentarão avaliar ou elucidar o diagnóstico, tratamento e prevenção, podendo ser combinados aos mais antigos como uma estratégia crítica para melhorar a qualidade vida.
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