Eventos cardiocirculatórios e o uso contínuo de contraceptivos orais na saúde da mulher
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv6n3-085Keywords:
contraceptivos orais, Tromboembolia, Trombose, mulheresAbstract
Os anticoncepcionais orais estão entre os métodos reversíveis mais utilizados. Todavia, o risco de trombose venosa profunda e embolia pulmonar em mulheres que fazem o uso de métodos contraceptivos orais (CO) apresentam alta incidência devido a interação hormonal proveniente do fármaco sob o sistema cardiocirculatório. Existem outras etiologias referentes às tromboembolias que somadas ao uso do CO podem intensificar o surgimento da doença, sejam elas fatores modificáveis como os hábitos diários, e, não modificáveis como o sexo e a idade. O objetivo principal desse estudo é avaliar o risco de tromboembolias em mulheres usuárias de anticoncepcional oral.Essa revisão trata-se de uma revisão de literatura do tipo integrativa por meio de artigos científicos publicados entre janeiro de 2018 e outubro de2022 a partir das bases Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), SciELO e Google Acadêmico. O presente artigo traz uma analise de quais fármacos são mais propensos a causarem embolia pulmonar e/ou trombose quando se comparado primeira, segunda e terceira geração. Os resultados apontam que o anticoncepcional oral apesar de ser uma opção de ferramenta para o planejamento familiar com o objetivo de prevenção de gravidez indesejada, por outro lado, traz consequências como as tromboembolias. Faz necessário que a equipe de saúde execute uma assistência individualizada, ponderando algumas condutas de acordo com o histórico individual de cada mulher. Sendo assim, é imprescindível o cuidado/controle de orientações/prescrições enquanto anticoncepcionais orais em prol da redução de casos de tromboembolias e assim, diminuição da morbimortalidade feminina.
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