Tipologia da abordagem da morte e morrer em cursos de graduação de enfermagem brasileiros
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv6n3-063Keywords:
estudantes de enfermagem, atitude frente a morte, UniversidadesAbstract
Introdução: os profissionais da saúde são providos de técnicas e de conhecimento científico durante sua formação e percebidos como pessoas preparadas para atuar em qualquer situação relacionada à saúde. Em sua maioria fadados ao sentimento de culpa e impotência pelo fracasso, ao enfrentarem o processo de morte-morrer de seus pacientes. As evidências apontam para a necessidade de preparar os futuros profissionais durante a graduação pois estes serão expostos ao sofrimento dos pacientes que se encontram neste processo como uma intervenção capaz de mitigar estes sentimentos. Objetivo: identificar e tipificar a presença da temática morte e morrer/tanatologia nos cursos de enfermagem brasileiros reconhecidos pelo mec. Método: estudo transversal de natureza quantitativa que investigou a presença do ensino sobre a morte e o morrer nas instituições públicas e privadas brasileiras que oferecem cursos de graduação em enfermagem com notas 5, 4 e 3, no enade. Resultados: participaram do estudo 7272 instituições de ensino, destas, 37 concordaram em participar, 5 foram excluídas por enviarem o instrumento em duplicidade, 7 excluídas por responderem somente a primeira pergunta de forma afirmativa, 1 deixou o formulário em branco, 1 instituição não concordou com os termos de consentimento do estudo, restaram 23 registros válidos. Das 23 instituições participantes, apenas 4 (1.87%) são privadas, as outras 19 (87,3%) são públicas. Conclusão: As Instituições de Ensino Superior (IES) apresentam uma deficiência no ensino desta temática, pois capacitar os alunos não trata apenas de passar conhecimento teórico-prático, mas fornecer-lhes ferramentas para lidar com os entraves psicológicos que terão de vivenciar na sua vida profissional, com relação a morte dos pacientes.
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