Repercussões e manejo relacionados a Distúrbios Hidroeletroliticos nos pacientes graves: uma revisão sistemática com metanálise

Authors

  • Maria Luiza Kohler
  • Isadora Hoff Moauwad
  • Tainá Rodrigues Toqueton
  • Régia Nunes de Queiroz
  • Analice Silva Henrique Barbosa
  • Igor Parada Marangoni
  • Giovanna Flávia Bin de Souza
  • Juan Carlos Armanza Malpartida
  • Wellington Caribé de Oliveira Junior
  • Tertuliano Leite Rolim Júnior
  • Laressa Brunna Couto
  • Moacir Batista de Resende Junior
  • Thiago Calandria Obeid
  • Daniel Mendes Lira Lobo
  • Cibele Avila Gomes
  • Amábylle Emanuella Almeida de Miranda
  • Camila do Amaral Ficagna
  • Willian Lôbo Krüger
  • Zulmi Aranda Scarpellini
  • Jéssica Ribeiro Dal Vesco
  • Maria Augusta Mesquita Lima
  • Robson Figueredo Rocker
  • Igor Martins Godoy de Sousa
  • Izabelle Dias Cardoso Xavier Fonseca
  • Gabriela Vieira Duarte
  • Rodrigo Martins de Holanda
  • Bárbara Rizzato Araujo
  • Giulia Pietro Biasi
  • Valentina Conte Gripa
  • Francielly Viana Moreira
  • Rodrigo Daniel Zanoni

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv6n2-244

Keywords:

desequilíbrio hidroeletrolítico, desidratação, eletrólitos

Abstract

Os distúrbios hidroeletrolíticos são eventos comumente observados na prática médica, inclusive em situações de emergência, podendo representar risco de vida ou possibilidade de sequelas para o paciente a depender da magnitude do caso. Independentemente da etiologia, a desidratação tem sua importância definida pela intensidade das perdas líquidas e pela proporção de perdas salinas em relação à perda de água. Isto evidencia a importância de se avaliar corretamente o quadro para se desenvolver um tratamento adequado. Este estudo tem como objetivo explorar o tema das repercussões e manejo de distúrbios hidroeletrolíticos nos pacientes graves a partir de uma revisão sistemática com meta análise com o emprego das palavras chave “unidade de terapia intensiva”, “gerenciamento hidroeletrolítico”, “distúrbios hidroeletrolíticos” e “controle de líquidos e eletrólitos” nos bancos de dados PubMed, BVS, Lilacs, Medline e Scielo objetivando acessar artigos publicados entre 2015 e 2022. A equipe de enfermagem está diretamente responsável pelo manejo de pacientes de alta complexidade, o que pode envolver casos que exigem o gerenciamento hidroeletrolítico, isto requer um conhecimento aprofundado dos mecanismos envolvidos no metabolismo da água e dos eletrólitos. O monitoramento diário da função renal pela equipe de enfermagem é um cuidado importante para se evitar o quadro de insuficiência renal aguda.

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Published

04/13/2023

How to Cite

KOHLER, M. L.; MOAUWAD, I. H.; TOQUETON, T. R.; DE QUEIROZ, R. N.; BARBOSA, A. S. H.; MARANGONI, I. P.; DE SOUZA, G. F. B.; MALPARTIDA, J. C. A.; DE OLIVEIRA JUNIOR, W. C.; ROLIM JÚNIOR, T. L.; COUTO, L. B.; DE RESENDE JUNIOR, M. B.; OBEID, T. C.; LOBO, D. M. L.; GOMES, C. A.; DE MIRANDA, A. E. A.; FICAGNA, C. do A.; KRÜGER, W. L.; SCARPELLINI, Z. A.; VESCO, J. R. D.; LIMA, M. A. M.; ROCKER, R. F.; DE SOUSA, I. M. G.; FONSECA, I. D. C. X.; DUARTE, G. V.; DE HOLANDA, R. M.; ARAUJO, B. R.; BIASI, G. P.; GRIPA, V. C.; MOREIRA, F. V.; ZANONI, R. D. Repercussões e manejo relacionados a Distúrbios Hidroeletroliticos nos pacientes graves: uma revisão sistemática com metanálise. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 6, n. 2, p. 7552–7574, 2023. DOI: 10.34119/bjhrv6n2-244. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/58896. Acesso em: 17 oct. 2026.

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