A reatividade negativa oriunda da poliquimioterapia imposta na Hanseníase

Authors

  • Erika Leite Moitinho Magalhães de Almeida
  • Rhaymysom Jasmy Gomes Abreu
  • Katia Aparecida Scarpari Bourdokan
  • Gabriel Lucena Diniz
  • Tainara Suélen de Siqueira
  • Bárbara Manha Utino
  • Adriano Paulo da Cruz dos Santos
  • Sérgio Botelho Fiuza
  • Leandro Westphal
  • Henrique Marreiros Veloso Carneiro
  • Marina Vieira Francischetti
  • Letícia Duarte de Oliveira
  • Guilherme Cristovam Pina
  • Caroline de Oliveira Pereira
  • Sarah Tuma Acatauassu
  • Paulo Ferreira Luz Sales
  • Bernardo Rivera Fernandes Severo
  • René Ochagavia Chagas de Oliveira
  • Laís Cristovam Pina
  • Bianca Castelo Lopes
  • Kércia Costa de Oliveira
  • Mellyna Vilela Magalhães
  • Laiz Gomes Carneiro Novaes
  • Lorena Virgínia Ferreira Pires
  • Gabriela Marques Pimenta
  • Gabrielle Feitosa Diniz
  • Anna Maíra Massad Alves Ferreira
  • Layo Leite de Lucena
  • Maria Eduarda Granja Caribé Romão
  • Luiz Augusto Germano Borges
  • Jose Songlei da Silva Rocha
  • Octavio Augustus Garcia da Silveira
  • Luana Maria Costa Cartaxo
  • Pablo Maurício Mejía Cuéllar
  • Milena Castro de Oliveira Bastos
  • Caroline Eickhoff Copetti Casalini
  • Ana Carolina Falcão Bezerra
  • Diego Sauma Fernández
  • Divino Santana Sobrinho Filho
  • Itary Carvalho Silva Leite
  • Lara Dalla Bernardina Passamani
  • Luiza Rodrigues Leão Pina

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv6n2-027

Keywords:

reação Hansênica, reações adversas, poliquimioterapia

Abstract

Introdução: A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, que devido às repercussões clínicas e aos dados epidemiológicos é considerada de notificação compulsória. Contudo, esse transtorno quando é precocemente identificado e adequadamente manejado, evita consideravelmente o círculo vicioso de contágio e as manifestações clínicas que tornam a doença tão alvo de estigma. Objetivo: Descrever a reação negativa oriunda da poliquimioterapia imposta na hanseníase. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa de literatura, fundamentada nas plataformas do Scielo, Pubmed, Lilacs e demais literaturas pertinentes ao tema, utilizando-se os seguintes descritores: Reação Hansênica, Efeitos Adversos e Poliquimioterapia, no período de janeiro de 2023. Resultados e Discussão:  Atualmente, o protocolo terapêutico voltado para a Hanseníase é a poliquimioterapia e possui boa eficácia e tolerância pela maioria dos pacientes.  No advém, a minoria destes apresenta reações adversas que variam de leve a exacerbadas e que devem ser devidamente classificados e orientados para outras opções farmacológica, objetivando impedir que o paciente abandone o tratamento, junto às enormes repercussões oriundas deste, e propiciar melhor qualidade de vida. Conclusão: Estima-se que o tratamento da Hanseníase é algo importante e indispensável para evitar problemas de saúde pública, mas este se baseia em uma alta carga associada de remédios potentes, a qual alguns portadores possuem sensibilidade e se orientados, podem continuar o tratamento até o alcance da cura. 

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Published

03/03/2023

How to Cite

DE ALMEIDA, E. L. M. M.; ABREU, R. J. G.; BOURDOKAN, K. A. S.; DINIZ, G. L.; DE SIQUEIRA, T. S.; UTINO, B. M.; DOS SANTOS, A. P. da C.; FIUZA, S. B.; WESTPHAL, L.; CARNEIRO, H. M. V.; FRANCISCHETTI, M. V.; DE OLIVEIRA, L. D.; PINA, G. C.; PEREIRA, C. de O.; ACATAUASSU, S. T.; SALES, P. F. L.; SEVERO, B. R. F.; DE OLIVEIRA, R. O. C.; PINA, L. C.; LOPES, B. C.; DE OLIVEIRA, K. C.; MAGALHÃES, M. V.; NOVAES, L. G. C.; PIRES, L. V. F.; PIMENTA, G. M.; DINIZ, G. F.; FERREIRA, A. M. M. A.; DE LUCENA, L. L.; ROMÃO, M. E. G. C.; BORGES, L. A. G.; ROCHA, J. S. da S.; DA SILVEIRA, O. A. G.; CARTAXO, L. M. C.; CUÉLLAR, P. M. M.; BASTOS, M. C. de O.; CASALINI, C. E. C.; BEZERRA, A. C. F.; FERNÁNDEZ, D. S.; SOBRINHO FILHO, D. S.; LEITE, I. C. S.; PASSAMANI, L. D. B.; PINA, L. R. L. A reatividade negativa oriunda da poliquimioterapia imposta na Hanseníase. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 6, n. 2, p. 4783–4794, 2023. DOI: 10.34119/bjhrv6n2-027. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/57773. Acesso em: 17 oct. 2026.

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