Manuseio das vias aéreas com uso da máscara laríngea por enfermeiro em situações de emergência: revisão integrativa
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv6n1-068Keywords:
máscara laríngea, emergência, enfermagem em emergência, enfermagemAbstract
Introdução O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) respalda o enfermeiro a utilizar dispositivos extra glóticos, em ambientes intra-hospitalares e pré-hospatalares, em situação de iminente risco de óbito pela resolução nº 641/2020, para isto é necessário que o profissional enfermeiro esteja preparado para o atendimento de emergência, visto que são líderes de equipe e devem atender aos pacientes com acometimento das vias aéreas que necessitam de uma intervenção imediata e confidante Objetivo: Examinar, a partir de literatura escrita, a aplicabilidade da máscara laríngea por enfermeiros em situações de Emergência, acredita-se que por meio deste estudo possa subsidiar a melhoria no atendimento da prática clínica do enfermeiro no manejo das vias aéreas. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa, com análise reflexiva, descritiva e qualitativa. Com buscas nas bases de dados, foram utilizados 10 artigos disponibilizados nas Bases de Dasos de Enfermagem (BDEnf) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciência da Saúde (LILACS), Scintific Eletronic Library Online (SciELO), a partir do cruzamento dos descritos “enfermagem”, “enfermagem em emergência”, “emergência” e “máscaras laríngeas” sendo pareados ao booleano AND. Resultados e discurssão: o profissional enfermeiro tem o conhecimento teórico-prático para a inserção da máscara laríngea, sendo assim apto para o uso da mesma. Portanto é responsável pelos cuidados técnicos de maior complexidade, para tanto, é necessário aprimorar conhecimentos científicos e potencializar a tomada de decisão, rápida e assertiva, com isto, salienta-se a importância da abordagem da temática durante a graduação, principalmente ao considerar que em ausência médica, Conclusão: Os profissionais que tem sua base teórica, possuem autoconfiança no atendimento ao paciente com PCR, por exemplo, e diante disso aumenta a probabilidade de um atendimento eficaz, padronizado, seguro além de diminuir o tempo de internação na UTI e da ventilação mecânica.
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