Potências e limites para aceitação pelos pais e/ou responsáveis de crianças diagnosticadas com Síndrome de Down
Potencies and limits for acceptance by parents and/or guardians of children diagnosed with Down Syndrome
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv5n6-274Keywords:
Síndrome de Down, diagnóstico, família, aceitaçãoAbstract
Introdução: A síndrome de Down (SD) é uma condição genética considerada a principal alteração cromossomal em humanos. Seu diagnóstico e o momento da notícia abalam os pais, e podem contribuir para dificultar a aceitação do diagnóstico. Por isso os profissionais da área da saúde devem estar capacitados para atuar durante esse momento. Objetivo: Identificar as potências e os limites que influenciam a aceitação pelos pais de crianças diagnosticadas com Síndrome de Down em uma instituição, localizada na cidade de Manaus/AM. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, exploratório e qualitativo por meio da aplicação de um questionário remoto direcionado aos pais das crianças com Síndrome de Down, cadastrados na Associação de Pais e Amigos do Down no Amazonas (APADAM) em Manaus, analisados sob a ótica de Laurence Bardin (2011), na modalidade temática de conteúdo. Totalizando 28 famílias envolvidas na análise. Resultados: A análise crítica e síntese qualitativa dos achados foram realizadas na forma descritiva. Dessa forma, as categorias definidas para análise foram: Perfil Sociodemográfico; Perfil Clínico; Potências e Limites após o diagnóstico de Síndrome de Down; O viver das famílias antes do diagnóstico de Síndrome de Down; Perspectivas dos pais perante as crianças Portadoras de Down e a vida em Sociedade. Considerações Finais: O enfermeiro se torna fundamental no acompanhamento da família com crianças com síndrome do Down em suas potências e limites, este é responsável em planejar, avaliar e organizar a assistência familiar; também é tarefa do enfermeiro orientar a sociedade em busca da aceitação da criança em sociedade; propor intervenções, indicar programas que auxiliam integralmente a família; o desenvolvimento absoluto da criança em suas particularidades e principalmente no combate ao preconceito.
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