Síndrome de Morgagni-Stewart-Morel

Morgagni-Stewart-Morel syndrome

Authors

  • Ana Lia de Oliveira Lima
  • Ana Paula Vieira Pontes Vaz Gontijo
  • Analice Rodrigues Carmo
  • Andressa Leodorico Pinto
  • Bianca de Freitas Lamanes
  • Sarah Ribeiro de Andrade
  • Rafaela Vieira Frota
  • Suzanna Christyna de Souza Lima
  • Tayná Kannanda Severo de Oliveira França
  • Geovanna Perillo
  • Ana Beatriz Caetano Vieira
  • Breno Eduardo Lomazzi Cunha
  • Ana Beatriz Dias Castro de Faria
  • Douglas Goelzer
  • Ana Carolina Pinheiro Medeiros
  • Ana Paula Dias Souto Schimitz
  • Emerson Alves Miguel Batista Barreto
  • Clara Elisa Melo Mundim
  • Danyelle Rute Francisco e Silva
  • João Victor de Morais Damas
  • Joaozinei Francisco da Rocha
  • Isadora Campos Khaoule

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv5n5-089

Keywords:

hiperostose frontal interna, síndrome de morgagni-stewart-morel, tomografia de crânio, osso frontal

Abstract

Introdução: a síndrome de Morgagni Stewart Morel é uma entidade clínica rara. Sua principal característica é a hiperostose frontal interna. Além disso, conta com alterações endócrinas​ metabólicas e psiquiátricas. Pode estar acompanhada de obesidade, diabetes mellitus e hirsutismo. Possui maior prevalência na população feminina. Apresentação do caso: paciente do sexo feminino, 65 anos, obesa em menopausa há 12 anos. Relata em consulta queixa de cefaleia em aperto na região frontal há cerca de 6 anos. A mesma vem se intensificando gradativamente e há 01 semana a dor não é sanada mesmo com o uso de anti-inflamatórios ou analgésicos orais. Discussão: a síndrome de Morgagni-Stewart-Morel consiste em uma condição rara, caracterizada pela presença de Hiperostose Frontal Interna (HFI) associada a alterações metabólicas, psiquiátricas e endócrinas. Sua definição não é uniforme devido a diversidade de sintomas e a sua variabilidade em cada indivíduo. Possui incidência maior no sexo feminino e com idade acima de 50 anos, sua etiologia ainda é pouco conhecida. Algumas teorias buscam elucidar o tema como o aumento da leptina, desordem hormonal de andrógenos e há também defensores de uma síndrome genética, ligada ao X com penetrância variável. Conclusão: diante da raridade de casos da síndrome, o diagnóstico geralmente ocorre de modo incidental, por meio da correlação entre sintomatologia variada e investigação radiológica. Sua abordagem terapêutica é predominantemente sintomática, de modo a se optar por conduta cirúrgica em casos reservados.

References

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Published

09/15/2022

How to Cite

LIMA, A. L. de O.; GONTIJO, A. P. V. P. V.; CARMO, A. R.; PINTO, A. L.; LAMANES, B. de F.; DE ANDRADE, S. R.; FROTA, R. V.; LIMA, S. C. de S.; FRANÇA, T. K. S. de O.; PERILLO, G.; VIEIRA, A. B. C.; CUNHA, B. E. L.; DE FARIA, A. B. D. C.; GOELZER, D.; MEDEIROS, A. C. P.; SCHIMITZ, A. P. D. S.; BARRETO, E. A. M. B.; MUNDIM, C. E. M.; FRANCISCO E SILVA, D. R.; DAMAS, J. V. de M.; DA ROCHA, J. F.; KHAOULE, I. C. Síndrome de Morgagni-Stewart-Morel: Morgagni-Stewart-Morel syndrome. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 18790–18798, 2022. DOI: 10.34119/bjhrv5n5-089. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/52127. Acesso em: 18 oct. 2026.

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