Avulsão da Espinha Ilíaca anterosuperior pós traumática

Post-traumatic anterosuperior Iliac Spine avulsion

Authors

  • Ana Beatriz Caetano Vieira
  • Breno Eduardo Lomazzi Cunha
  • Ana Beatriz Dias Castro de Faria
  • Douglas Goelzer
  • Ana Carolina Pinheiro Medeiros
  • João Victor de Morais Damas
  • Ana Paula Dias Souto Schimitz
  • Emerson Alves Miguel Batista Barreto
  • Clara Elisa Melo Mundim
  • Joaozinei Francisco da Rocha
  • Danyelle Rute Francisco e Silva
  • Isadora Campos Khaoule
  • Ana Paula Vieira Pontes Vaz Gontijo
  • Ana Lia de Oliveira Lima
  • Analice Rodrigues Carmo
  • Andressa Leodorico Pinto
  • Bianca de Freitas Lamanes
  • Rafaela Vieira Frota
  • Sarah Ribeiro de Andrade
  • Suzanna Christyna de Souza Lima
  • Tayná Kannanda Severo de Oliveira França
  • Geovanna Perillo

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv5n5-086

Keywords:

fratura, equimose, desportos, crianças, adolescentes

Abstract

Introdução: As lesões ósseas da pelve e quadril são raras, e ocorrem principalmente na faixa etária de 8 a 14 anos, e estão relacionadas à prática de atividades físicas de alto impacto e repetitivas. As fraturas por avulsão das espinhas ilíacas superior e inferior e tuberosidade isquiática tem maior incidência devido ao aumento da prática de desportos nessa faixa etária. Apresentação do caso: I.P.M, masculino, 17 anos de idade, procurou o serviço do Hospital Geral de Goiás (HGG), referindo dor iniciada há 30 dias na face anterior do quadril esquerdo, durante partida de futebol. Refere aumento da intensidade da dor, e ao exame físico possui equimose local, edema e dor em quadril esquerdo. Ao raio x apresentou fratura da espinha ilíaca ântero superior à esquerda. Discussão: Essa lesão geralmente ocorre como resultado da contração súbita, vigorosa ou repetitiva do músculo sartório e tensor da fascia lata. Os sintomas mais comumente relatados são dor intensa associada a “estalos” na hemipelve afetada, edema, limitação funcional ipsilateral e equimoses. O tratamento é preferencialmente conservador, durando, em média, de 6 a 8 semanas. Já a cirurgia, é indicada para casos em que há desvio de mais de três centímetros ou com lesão neurovascular associada. Conclusão: Seu tratamento adequado, feito precocemente, torna-se importante na prevenção de lesões permanentes e complicações futuras. Na maioria das vezes, o tratamento e conservador, excetuando-se os casos de desvio fragmentário superior a três centímetros.

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Published

09/15/2022

How to Cite

VIEIRA, A. B. C.; CUNHA, B. E. L.; DE FARIA, A. B. D. C.; GOELZER, D.; MEDEIROS, A. C. P.; DAMAS, J. V. de M.; SCHIMITZ, A. P. D. S.; BARRETO, E. A. M. B.; MUNDIM, C. E. M.; DA ROCHA, J. F.; FRANCISCO E SILVA, D. R.; KHAOULE, I. C.; GONTIJO, A. P. V. P. V.; LIMA, A. L. de O.; CARMO, A. R.; PINTO, A. L.; LAMANES, B. de F.; FROTA, R. V.; DE ANDRADE, S. R.; LIMA, S. C. de S.; FRANÇA, T. K. S. de O.; PERILLO, G. Avulsão da Espinha Ilíaca anterosuperior pós traumática : Post-traumatic anterosuperior Iliac Spine avulsion. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 18766–18773, 2022. DOI: 10.34119/bjhrv5n5-086. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/52124. Acesso em: 18 oct. 2026.

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