Síndrome de Hutchinson

Hutchinson syndrome

Authors

  • Lara Mendes Brandão
  • Laura Dianne Feitosa Albuquerque
  • Letícia Serafim Machado
  • Luana Carrijo Oliveira
  • Gabriela Rissato Pereira dos Santos
  • Gislane Borges Pereira
  • Hosana Vidica Oliveira
  • Renata Cury Sander
  • Isabela Costa Borges
  • Isabela Mendes Correia
  • Victoria de Oliveira Carmo Borges
  • Raíssa Kelly de Morais
  • Camila Pizarro Dantas
  • Jaqueline Maria de Azevedo Chagas
  • Carolina Paschoal Cucci
  • Mither Bissoli de Oliveira
  • Cássio Peres Ribeiro
  • Luan Linhares de Azeredo Coutinho
  • Rafael Carvalho Maganhoto de Matos
  • Polyana Fernandes Ruggio
  • Yasmin de Melo Barros Damasio

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv5n5-081

Keywords:

doença de Hutchinson, envelhecimento, doença neurodegenerativa

Abstract

Introdução: A doença de Huntington (DH) é uma doença neurodegenerativa autossômica dominante que ocorre devido a mutação no gene da huntingtina, em seu terminal 5 ́, levando a uma expansão instável do tripleto de bases nitrogenadas CAG (citosina-adenina-guanina). Sua transmissão é autossômica dominante. Apresentação do caso Paciente do sexo feminino, com idade de 1 ano 5 meses, deu entrada no serviço ambulatorial de pediatria para acompanhamento devido atraso do crescimento e baixo peso corporal para faixa etária. Nascida com 37 semanas, de parto normal, a termo, com peso 3000 gramas, estatura de 51 cm, perímetro cefálico 34cm, APGAR 7. Discussão: a doença de huntington (DH) foi descrita no século 19 por George Huntington, o qual identificou características clínicas da doença e sua natureza hereditária. No entanto, foi apenas em 1993 que conseguiu isolar o gene e descobrir que a mutação responsável pela doença é a expansão da repetição dos trinucleotídeos CAG(citosina- adenina- guanina) localizada na região 5 do gene IT15 no braço curto do cromossomo 4.  O gene IT15 é responsável pela codificação da proteína Huntingtina, que está presente em vários tecidos do corpo, principalmente no cérebro. Quando no tecido cerebral, ela é quase exclusiva do citoplasma neural, sendo vista nos axônios, dendritos e corpo celular. Conclusão: é possível compreender a importância do manejo da Síndrome de Hutchinson desde sua apresentação até o tratamento de complicações visto que sua cura ainda está em investigação científica.

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Published

09/14/2022

How to Cite

BRANDÃO, L. M.; ALBUQUERQUE, L. D. F.; MACHADO, L. S.; OLIVEIRA, L. C.; DOS SANTOS, G. R. P.; PEREIRA, G. B.; OLIVEIRA, H. V.; SANDER, R. C.; BORGES , I. C.; CORREIA, I. M.; BORGES, V. de O. C.; DE MORAIS, R. K.; DANTAS, C. P.; CHAGAS, J. M. de A.; CUCCI, C. P.; DE OLIVEIRA, M. B.; RIBEIRO, C. P.; COUTINHO, L. L. de A.; DE MATOS, R. C. M.; RUGGIO, P. F.; DAMASIO, Y. de M. B. Síndrome de Hutchinson: Hutchinson syndrome. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 18717–18725, 2022. DOI: 10.34119/bjhrv5n5-081. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/52081. Acesso em: 19 oct. 2026.

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Original Papers