Tumor glioneural difuso leptomeníngeo

Leptomeningeal diffuse glioneural tumor

Authors

  • Ângela Gonçalves Batista Carlos
  • Ariane Rocha Ribeiro
  • Gabriela Rissato Pereira dos Santos
  • Breno Castro Neves
  • Bruna Hirota Alves de Almeida Penna
  • Byanca Milograna Soares
  • Bárbara Helena dos Santos Neves
  • Arthur Fidelis de Sousa
  • Victória Santos Marques Pereira
  • Lucas Quintino Silva de Andrade
  • Vinícius Moreira de Queiroga
  • Giovanna Machado Prudente
  • Heloisa Ganassini Quintanilha
  • Isabella Guerra Araújo
  • Joyce Karolyny Lopes de Souza
  • Júlia de Lima Arantes Machado
  • Mônica Piacentini Luizon
  • Murielly Cândida Bertolassi
  • Nágella Junqueira Moraes Vilela
  • Natália Queiroz Souza dos Santos
  • Monaly da Silva Ribeiro
  • Nathália Barbetta Domaszak
  • Mither Bissoli de Oliveira
  • Heloisa Brito Silveira

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv5n5-051

Keywords:

Tumor glioneral difuso leptomeníngeo, Leptomeníngea difusa, histopatologia

Abstract

Introdução: O tumor Glioneural Difuso Leptomeníngeo (DLGNT) é uma neoplasia primária rara do sistema nervoso central (SNC). Descrito pela Classificação dos Tumores do Sistema nervoso Central da OMS 2016 como sendo o tumor leptomeníngeo tipo oligodendroglial mais notável na infância. O prognóstico geralmente é ruim, e a média de sobrevida é de 15 meses. Apresentação do caso: Paciente do sexo masculino, 6 anos, previamente hígido, admitido no Hospital Evangélico de Goiás, após 20 dias de quadro inicial de cefaleia, vômitos, fotofobia, alteração sensorial e paraparesia moderada (pior à direita). Foi internado para investigação de meningite. Procedeu-se à biópsia e ao estudo imuno-histoquímico do material, que confirmaram o diagnóstico de DLGNT. Discussão: É uma doença rara, constituindo aproximadamente 1-3% de todos os tumores cerebrais em adultos e cerca de 3% dos ocorridos em crianças. Com um quadro clínico bastante inespecífico, com extensa quantidade de diagnósticos diferenciais a serem afastados. Para o tratamento não há consenso quanto a terapêutica radioterapia/quimioterapia e farmacológica adequada. Conclusão: A identificação precoce de DLGNT auxilia na seleção adequada de tratamentos específicos, contribuindo para um melhor prognóstico e melhora clínica do paciente. São necessários mais estudos para promover uma maior compreensão desta doença e consequentemente, melhora na qualidade de vida dos pacientes.

References

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Published

09/09/2022

How to Cite

CARLOS , Ângela G. B.; RIBEIRO, A. R.; SANTOS, G. R. P. dos; NEVES, B. C.; PENNA, B. H. A. de A.; SOARES, B. M.; NEVES, B. H. dos S.; SOUSA, A. F. de; PEREIRA, V. S. M.; ANDRADE, L. Q. S. de; QUEIROGA, V. M. de; PRUDENTE , G. M.; QUINTANILHA, H. G.; ARAÚJO, I. G.; SOUZA, J. K. L. de; MACHADO , J. de L. A.; LUIZON, M. P.; BERTOLASSI, M. C.; VILELA , N. J. M.; SANTOS, N. Q. S. dos; RIBEIRO, M. da S.; DOMASZAK, N. B.; OLIVEIRA, M. B. de; SILVEIRA, H. B. Tumor glioneural difuso leptomeníngeo: Leptomeningeal diffuse glioneural tumor. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 5, n. 5, p. 18432–18441, 2022. DOI: 10.34119/bjhrv5n5-051. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/51930. Acesso em: 18 oct. 2026.

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Original Papers