Crise hipertensiva: atuação da enfermagem em uma unidade de emergência / Hypertensive crisis: nurse performance in emergency room
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv5n3-311Keywords:
emergência, Hipertensão, crise hipertensiva, assistência de enfermagemAbstract
As complicações da hipertensão arterial surgem em decorrência da falta de adaptação do cliente à doença e ao tratamento. As intervenções de enfermagem minimizam as consequências e sequelas da doença.Objetivo:Descrever a importância de um atendimento eficaz e de intervenções necessárias realizadas pelo enfermeiro em unidades de emergência à pacientes de Crise Hipertensiva. Método: Estudo bibliográfico utilizando os seguintes descritores: “crise hipertensiva”, “emergência hipertensiva”, “enfermeiro”e “a equipe de enfermagem nas emergências.Aconsulta baseou-se em artigos científicos, teses e dissertações disponíveisnas plataformas LILACS, SCIELO e MEDLINE. Resultados: A hipertensão é uma doença crônica popularmente conhecida como “pressão alta”, a qual uma pessoa hipertensa apresenta valores iguais ou acima de 135 mmHg X 85 mmHg quando se mede a pressão arterial em repouso. É muito comum e acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Conclusão: Conclui-se que a qualidade dos serviços de enfermagem diante de uma crise hipertensiva é de suma importante para o paciente. A atuação do enfermeiro nas ações de humanização são as principais estratégias para melhoria do atendimento.
References
ANTÔNIO,L. B. D. O Enfermeiro Frente à Crise Hipertensiva no Atendimento de Urgência e Emergência. Campos (SP); 2012.
ARAÚJO C. G. Monografia Acadêmica: Importância do Enfermeiro no Atendimento de Urgência Hipertensiva Sistêmica em UBS no Município de FranciscoBadaro – MG. Araçuaí (MG); 2010.
ARBEG,PASTOR I, FRANCO J. Diagnosticandtherapeutic approach tothehypertensivecrisis. MedClin (Barc). 2018;150(8):317-22.
ANDRADE L. T, ARAÚJO E. G, ANDRADE K. R. P, SOUZA D. R. P, GARCIA T. R,
CHIANCA T. C. M. Autonomicdysreflexiaandnursinginterventions for patientswithspinalcordinjury. RevEscEnferm USP. 2013;47(1):93-100.
BARRERA-CRUZ A, MANCILLA-GARCÍA M. E, ROMÁN-MAEDA S.Y, RODRÍGUEZ-LORETO E, VILLALÁZ-UREÑA A. ClinicalPracticeGuidelinesNursingInterventions in thepatientwithPre-eclampsia/Eclampsia. Ver enfermInstMex Seguro Soc. 2013;21(2):91-104.
BLACK H. R, ELLIOTT W. J. Hypertension: A Companion toBraunwald’s Heart Disease. 2a ed. Philadelphia, PA: Elsevier (Saunders); 2013. p. 390-4
BITENCOURT, I. N. O; Atuação da equipe de saúde no atendimento de urgência e emergência em crises hipertensivas. Salvador-BA, 2012. Disponível em: http://bibliotecaatualiza.com.br/arquivotcc/EE/EE12/BITENCOURT-indira- nevesoliveira.pdf> acesso em 13 dez. 2018.
CARDOSO M. Crise Hipertensiva. Revista HUPE, Rio de Janeiro, 2013;12(3): 66-77
CAVEIÃO C, VISENTIN A, HEY A. P, OLIVEIRA V. B. C. A, MORAES E. O, NUNES L.
S.A. Crise hipertensiva: competências elencadas pelo enfermeiro para o atendimento em
hospitais de Curitiba-PR. RevpesquiCuid Fundam (Online). 2014;6(4):1437-44. DAY M. W. Hypertensiveemergency. Nursing. 2011;41(8):72.
FERREIRA, L. I., DUARTE, T. E. S. S., FILHO, P. S. G., ASSIS, E. V. D., FEITOSA, A. D.
N, A., SOUZA, M. N, A. D. Estresse no cotidiano de trabalho dos enfermeiros da Urgência e Emergência. Revista Interdisciplinar em Saúde, v.3, n.1, p.108-128, 2016.
JESUS, P. B. R., LOPES, M. H. B. M., TOTI, I. C. C., SILVA, V. F. P. S., MONTEIRO, M.
I., LAMAS, J. L. T. Caracterização e classificação de risco em urgência e emergência hipertensiva. Cogitare Enfermagem, n.2, v.21, p.1-9, 2016
JOHNSON W, NGUYEN ML, PATEL R. Hypertensioncrisis in theemergencydepartment. Cardiol. Clin. 2012; 30(4): 533-43.
MALACHIAS M. V. B, PÓVOA R. M. S JÚNIOR,NOGUEIRA A. R, SOUZA D, COSTA
L. S, MAGALHÃES M. E. 7th BrazilianGuidelineof Arterial Hypertension: Chapter 3 – ClinicalandComplementaryAssessment. ArqBrasCardiol. 2016 Sep;107(3 Suppl 3):14-7.
MOURA, A. A. D., NOGUEIRA, M. S. Enfermagem e educação em saúde de hipertensos: revisão da literatura. JMPHC| Journalof Management &Primary Health Care, v.4, n.1, p36- 41, 2013. Disponível em: http://www.jmphc.com.br/saudepublica/index.php/jmphc/article/view/165/168
MUIESAN M. L, SALVETTI M, AMADORO V, DISOMMA S, PERLINI S, SEMPLICINI
A, et al. Anupdateonhypertensiveemergenciesandurgencies. J CardiovascMed (Hagerstown). 2015;16(5):372-82.
OLIVEIRA K. K. P. A, ANDRADE S. S. C, SILVA F. M. C, MENESES L. B. A, LEITE K.
N. S, OLIVEIRA S. H. S. Assistência de enfermagem a parturientes acometidas por pré- eclâmpsia. Rev. enferm. UFPE online. 2016;10(5):1773-80.
PINNA G, PASCALE C, FORNENGO P, ARRAS S, PIRAS C, PANZARASA P, et al.
Hospital Admissions for HypertensiveCrisis in theEmergencyDepartments: A LargeMulticenterItalianStudy. PloSOne. 2014; 9(4):e93542
QUEIROZ, D. S. S. Abordagem do paciente em crise hipertensiva. Universidade federal de Minas Gerais. Curso de Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família. Minas Gerais. 2012.
REHN M, PEREL P, BLACKHALL K, LOSSIUS HM. Modelos prognósticos para o cuidado precoce de pacientes com trauma: uma revisão sistemático. Jornal Escandinavo de Trauma, Reanimação e medicina de Emergência. v. 19, n. 17. 2011 Acesso em 17 fev 2019. Disponível em:<http://dx.doi.org/10.1186/1757-7241-19-17>.
SAPAROLLI E. C. L, ADAMI N. P. Avaliação da estrutura destinada à consulta de enfermagem à criança na atenção básica. RevEscEnferm USP. 2010;44(1):92-8.
SANTORO, D. Conceição. Urgência e emergência. Rio de Janeiro: Águia Dourada Ltda, 2011.
SILVA, J. P. D., BOUSFIELD, A. B. D. S., CARDOSO, L. H. A hipertensão arterial na mídia: análise da revista Veja. Psicologia e saber social, v.2, n.2, p.191-203, 2013.
SIQUEIRA, D. S.; RIEGEL, F.; TAVARES, J. P.; OLIVEIRA, C.; GOES, M. G. O.;
ARRUDA, L. S. Caracterização dos pacientes atendidos com crise hipertensiva num hospital de pronto socorro. Revista de Enfermagem, n.5, v.4, p.27-36, 2015.
Sociedade Brasileira de Cardiologia. Sociedade Brasileira de Hipertensão. Sociedade Brasileira de Nefrologia. VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Arq. Bras. Cardiol. 2010; 95(1suppl 1): 1-51.
SOUZA, J. D. B. S., LOSEKANN, M. V. O acolhimento humanizado na urgência e emergência hospitalar. Escola GHC. Porto Alegre, 2013.
SOUSA, M. G., PASSARELLI JUNIOR, O. Emergências hipertensivas: epidemiologia, definição e classificação. Revista Brasileira de Hipertensão, v.21, n.3, p.134-139, 2014.
SUNEJA M, SANDERS ML.HypertensiveEmergency. MedClin North Am. 2017;101(3):465-78.
SCHIMIT GTF et al. Abordagem inicial da hipertensão arterial sistêmica em unidade de hemodinâmica: artigo de revisão. J Vasc Bras. 2013 Jun; 12(2):133-138.
Smithburger PL; Kane-Gill SL; Nestor BL; Seybert AL. Recentadvances in thetreatmentofhypertensiveemergencies. CritCare Nurse. 2010; 30(5): 24-30; quiz 31.
VELASCO, I. T., NETO, A. S., MARTINS, H. S., & NETO, R. A. B. (2014). Emergências
clínicas: Abordagem prática (9ª ed.). São Paulo, Brasil: Manole.
WHELTON PK, CAREY RM, ARONOW WS, CASEY DE JR, COLLINS KJ, DENNISONHIMMELFARB C, et al. 2017 ACC/AHA/AAPA/ABC/ACPM/
AGS/APhA/ASH/ASPC/NMA/PCNA Guideline for thePrevention, Detection, Evaluation, and Management of High BloodPressure in Adults: A Reportofthe American CollegeofCardiology/American Heart AssociationTask Force onClinicalPracticeGuidelines. Hypertension. 2018;71(6):e13-e115.


