A influência dos inibidores de checkpoint imunológico na sobrevida do paciente com cancer / The influence of checkpoint inhibitors on cancer patient survival
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv5n2-142Keywords:
inibidores do checkpoint imunológico, imunoterapia, pembrolizumab, avelumab, nivolumab.Abstract
Introdução: Os mecanismos de controle do crescimento celular são regulados por fatores estimulantes e inibidores. A quebra desses mecanismos é capaz desenvolver um estímulo de crescimento efetivo, sem que haja regulação inibitória, relacionado aos processos iniciais da carcinogênese. Como os tumores malignos apresentam incidência e mortalidade elevadas em todo o mundo, o desenvolvimento de terapias capazes de prolongar a sobrevida do paciente é matéria de constante interesse clínico. A imunoterapia com inibidores de checkpoints imunológicos pode melhorar o prognóstico do melanoma maligno, carcinoma renal, linfoma, câncer pulmonar de células não pequenas, assim como do câncer de bexiga, de cabeça e pescoço, intestinal, hepático e gástrico. Entretanto, essa terapia pode causar diversos efeitos colaterais no corpo humano, ainda pouco compreendidos. Objetivo: Analisar diferentes artigos em que foram abordados os inibidores do checkpoint imunológico e sua relação com a sobrevida do paciente com câncer. Método: As pesquisas para esta revisão integrativa foram realizadas nos meses de maio e junho de 2020. As bases de dados utilizadas foram SciELO, Pubmed e Sistema Online de Busca e Análise de Literatura Médica (MEDLINE). Foram selecionados oito artigos, 2 na língua portuguesa e 6 na língua inglesa, que discutem a eficácia dos inibidores do checkpoint imunológico e seus efeitos colaterais. Resultados: Todos os resultados dos artigos demonstraram que os medicamentos pembrolizumab, avelumab e nivolumab têm efeitos positivos ao prolongar a sobrevida do paciente com câncer. Por sua vez, estudos com inibidores de checkpoint imunológico são desenvolvidos com o objetivo melhorar a performance farmacológica desses medicamentos. Conclusão: Apesar dos resultados promissores, ainda são necessários maiores investimentos em pesquisa e ensaios clínicos para que os inibidores dos checkpoints imunológicos sejam adotados como terapia definitiva e com menos efeitos colaterais no tratamento dos tumores malignos.
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