Alterações clinicas e laboratoriais indicativas da presença de infecção em pacientes imunossuprimidos sob cuidados intensivos / Clinical and laboratory changes indicative of the presence of infection in immunosuppressed patients under intensive care
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv5n1-281Keywords:
Infecção nosocomial, Enfermagem, prevenção, Pacientes imunocomprometidos, Infecção adquirida.Abstract
Introdução: A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) caracteriza-se como uma área crítica e de alta complexidade tecnológica e com elevado risco para o desenvolvimento de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) Objetivo: Registrar a ocorrência de alterações clínicas e laboratoriais indicativas da presença dessas infecções em pacientes imunossuprimidos por HIV sob cuidados intensivos em uma UTI de um hospital referência em infectologia. Métodos: Estudo do tipo retrospectivo, descritivo com abordagem quantitativa. Resultados: no período, 22 pacientes foram diagnosticados laboratorialmente, por meio de exame de cultura e antibiograma, com algum tipo infecção, destes, 22,8% não apresentaram nenhum sinal clínico de infecção. Quanto aos resultados da bioquímica 59%, mesmo tendo resultado positivo na cultura, não apresentaram nenhum aumento dos leucócitos. Conclusão: A equipe que assiste pacientes com doenças imunossupressoras graves, internados em UTI´s, deve ficar atenta para o menor sinal de infecção, ou manter rotinas de coleta de material para analises laboratorial. E também é muito importante a atenção redobrada quanto a prevenção de infecções intra-hospitalares pois pacientes portadores do vírus do HIV/Aids tem o mecanismo normal de defesa contra infecção comprometido.
References
MACHADO, P.R.L. Mecanismos de resposta imune às infecções. Educação Médica Continuada - EMC • An. Bras. Dermatol. 79 (6) • Dez 2004.
ALMEIDA, W. B. et al. Infecção hospitalar: Controle e disseminação nas mãos dos profissionais de saúde de uma unidade de terapia intensiva. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 11, n.2, p. 1-7, dez. 2018.
Anvisa. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde. Brasília: Anvisa, 2017.
ARAÚJO, A. E. O. et al. Prevalência de infecção relacionada à assistência à saúde em pacientes internados em unidade de terapia intensiva. Revista eletrônica trimestral de Enfermagem, out. 2018.
BARBOSA, L. R.; MOTA, E. C.; OLIVEIRA, A. C. Infecção do trato urinário associado ao cateter vesical em uma unidade de terapia intensiva. Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção, v. 9, n. 2, p. 103-108, abr./jun. 2019.
BONATTO, et al. O uso de checklist como estratégia para redução de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica em uma Unidade de Terapia Intensiva Adulto. Journal of Epidemiology and Infection Control, [S.L.], v.10, n.2, apr. 2020 ISSN 2238-3350.
BORGES, T. P.; BRASILEIRO, M. E. Enfermeiro intensivista: gestor e assistencialista. Revista Científica multidisciplinar núcleo do conhecimento, v. 8, p. 160-170, ago. 2018.
CAMPOS, N. P. S. GONZAGA, M. M. F. N. O papel do enfermeiro na prevenção de erros e eventos adversos na assistência da equipe de saúde. Revista Saúde em Foco – Edição nº 9 – Ano: 2017.
CASTRO, A. F. RODRIGUES, M. C. S. Infraestrutura e indicadores de adesão à higiene das mãos em unidade de terapia intensiva. Rev baiana enferm (2018); 32:e26099.
COSTA, G. S. BRASILEIRO, M. E. Percepção dos profissionais sobre higienização das mãos no pronto socorro Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 01, Vol. 10, pp. 71-82. Janeiro de 2020. ISSN: 2448-0959.
CRIVELARO, N. et al. Adesão da enfermagem no protocolo de infecção de corrente sanguínea. Rev enferm UFPE on line., Recife, 12(9):2361-7, set., 2018.
FERNANDES, A. M. G. et al. Atuação da enfermagem na detecção precoce e tratamento da sepse na terapia intensiva. Revista Humano Ser - UNIFACEX, Natal-RN, v.1, n.1, p. 66-83, 2017/2018.
FERREIRA, L. L. et al. Cuidado de enfermagem nas Infecções relacionadas à assistência à saúde: Scoping review. Rev. Bras. Enfermagem, v.72, n. 2, p. 498-505, mar./abr. 2019.
FILHO, C. A. L. et al. Fatores de risco em pacientes com sepse em unidades de terapia intensiva: uma revisão literária. Revista Eletrônica Acervo Saúde / Electronic journal collection/ ISSN 2178 – 2091 Dez/2018.
GARRIDO, F. et al. Ações do enfermeiro na identificação precoce de alterações sistêmicas causadas pela sepse grave, ABCS Health Sci. 2017; 4 (1):15-20.
GOMES, A. G. A. et al. Perspectiva do paciente sobre a experiência de internação em uti: revisão integrativa da literatura. Rev.SBPH. vol.21 no.2 Rio de Janeiro jul./dez. 2018.
HAYASHI, C. M. T. et al. Prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde: fatores extrínsecos do paciente. HV Revista, v. 43, n. 3, p.277-283, jul./ set. 2017.
HESPANHOL et al. Infecção relacionada à assistência â saúde em unidade de terapia intensiva adulto. Enfermería Global ISSN 1695-61 n°53, de nov. 2017.
HESPANHOL, L. A. B. et al. Infecção relacionada á assistência á saúde em unidade de terapia intensiva adulto. Revista eletrônica trimestral de Enfermaria ISSN 1695-6141 n.53, jun/nov 2019.
HOYASHI, C. M. T. et al. Prevenção e controle de infecções relacionadas a assistência á saúde: fatia extrínsecos ao paciente. HU Revista, juiz de fora, v.43, n.3, p.277-283, jul./set. 2017.
LARA, F. L.O. et al. Custos da antibioticoterapia em pacientes adultos com infecção hospitalar em uma unidade de terapia intensive. Rev Pré Infec e Saúde.2017;3(4):8-14.
LIMA. S. S. et al. Impacto do estado nutricional e aporte calórico – proteico em pacientes críticos dependentes de ventilação mecânica invasiva. Braz. J. Of Develop. Curitiba, v.6, n.1 p.3432-3441 jan.2020. ISSN 2625-8751.
LOPES, V. J. et al. Aspiração endotraqueal em pacientes com via aérea artificial sob ventila- ção mecânica invasiva internados em UTI. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, 2018.
LUCAS, T. C. et al. Desafio da higienização das mãos para implementação dos bundles de catéter venoso central. R Epidemiol Control Infec, Santa Cruz do Sul, 8(3):216-223, 2018. [ISSN 2238-3360].
MORAIS AM, et al. Exercício como mobilização precoce em pacientes com uso de drogas vasoativas. Rev Bras Fisiol Exerc2020;19(4):301-311.
MOURA, J. M. et al. Diagnóstico de sepse em pacientes após internação em uma unidade de terapia intensiva. Arq. Ciênc. Saúde. 2017 jul-set; 24(3) 55-60.
NASCIMENTO, J. S. G. et al. Poder preditivo de uma escala de alerta precoce para deterioração clínica de pacientes críticos. Rev. Enferm. UFSM – REUFSM Santa Maria, RS, v. 10, e5, p. 1-15, 2020.
OLIVEIRA, J. K. A. et al. Segurança do paciente na assistência de enfermagem durante a administração de medicamentos. Rev. Latino- Am. Enfermagem vol. 26. Ribeirão Preto 2018. Epub ausg, 09 de 2018.
ORTEGA, D. B. et al, Análise de eventos adversos em pacientes internados em unidade de terapia intensiva. Acta Paul Enferm. 2017; 30(2):168-73.
PAZOS, et al. Boas práticas de Enfermagem a pacientes em uso de ventilação mecânica. Rev enferm UFPE on line. 2020;14:e242958
PERÃO, O. F. et al. Segurança do paciente em unidade intensiva de acordo com a teoria Wanda Orta. Cogitare Enferm. (22)3: e45657gn,2017.
PEREIRA, M. C. C. et al. Saberes e práticas do enfermeiro na unidade de terapia intensiva. Revista de Enfermagem UFPE, v. 13, n. 1, p. 70-80, jan. 2019.
PESSINI, L. et al. Reflexões sobre cuidados a pacientes críticos em final de vida, Rev. Bioét. vol.27 no.1 Brasília Jan./Mar. 2019.
REIS, C. E. M. Protocolo de segurança do paciente na unidade de terapia intensiva: a importância da equipe de enfermagem. Revista científica multidisciplinar núcleo do conhecimento, v. 9, p. 104-113, mar. 2019.
ROBINSON, C. C. et al. Qualidade de vida pós-unidades de terapia intensiva: estudo de coorte multicêntrico para avaliação de desfechos em longo prazo em sobreviventes de intervenção em unidades de terapia intensiva brasileiras. Rev. bras. ter. intensiva, v.30, n. 4, p. out./ dez 2018 2019.
SILVA, A. S. et al. Melhores práticas na prevenção da infecção do trato urinário relacionado ao uso de cateter em unidade de terapia intensiva: uma revisão literária. Revista Científica FCMAIS, v. 13, n. 2, p. 100-110, fev. 2018.
SILVA, B. R. et al. Monitoramento da adesão à higiene das mãos em uma unidade de terapia intensiva. Revista enfermagem UERJ, v. 26, p. 1-6, jul. 2018.
SILVA, M. V. O. et al. Unidade de terapia intensiva: segurança e monitoramento de eventos adversos. Rev. enferm UFPE on line. 2019;13:e239368.
SILVA, T. S.; PALU, L. A.; BRUSAMARELLO, T. Prevenção de complicações evitáveis em uma unidade de Terapia Intensiva: Uma revisão integrativa. Revista Saúde e Pesquisa, v.11, n.3, p. 613 – 621, set./ dez. 2018.
SINÉSIO, M. C. T. et al. Fatores de risco ás infecções relacionadas a assistência em unidades de terapia intensiva. Cogitare Enferm (23)2:e53826, 2018.
SOUZA, M. A. S. et al. Infecções hospitalares relacionados procedimentos invasivos em unidades de terapia intensiva: revisão integrada. Revista Prevenção de infecção e saúde, v. 3, n. 3, p. 49-58, 2017.
SOUZA, R. F.; ALVES, A. S.; ALENCAR, I. G. M. Eventos adversos na unidade de terapia intensiva. Revista de enfermagem da UFME, v. 12, n. 1, p. 19-27, jan. 2018.
STELLUTE, G. et al. Conhecimento de enfermeiros de Unidades de Terapia Intensiva acerca da notificação de eventos adversos. Arq Med Hosp Fac Cienc Med Santa Casa São Paulo. 2018;63(2):77-84.
STRALHOTI, K. N. O. et al. Intervenções de enfermagem prescritas para pacientes adultos internados em unidade de terapia intensiva. Revista de Enfermagem da UFSM, v.9, n. 2, p. 1-20, set. 2019.


