Transporte aeromédico em asa fixa e rotativa / Aeromedic transport in fixed and rotary wing
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv5n1-086Keywords:
resgate aeromédico, enfermagem, uti neonatal, uti pediátrica.Abstract
O transporte de pacientes é um recurso com histórico evolutivo, iniciado no século XVIII, por métodos rudimentares como carruagens. Com a evolução tecnológica, foram incorporadas a este serviço médico equipes treinadas para utilização de inúmeras técnicas desenvolvidas para veículos adaptados como aviões e helicópteros. O transporte pode ser divido entre intra-hospitalar (entre setores de um hospital) e inter-hospitalar (entre hospitais diferentes). Propõe-se aqui um estudo da revisão de literatura crítica com o objetivo de descrever algumas características do transporte aeromédico inter-hospitalar de neonatos e crianças; as vantagens e desvantagens para a utilização de aeronaves de asas rotativas e fixas; apresentar as legislações que regulamentam essa modalidade de remoção tanto pela Portaria nº 2048/GMquanto por exigência dos órgãos regulamentadores da aviação brasileira. Dessa forma, o estudo mostra que há necessidade de avaliar alguns critérios básicos para melhor escolha do tipo de aeronave para cada situação e faixa etária do doente.
References
Bouchut, Jean & Van Lancker, Eric & Chritin, Vincent & Gueugniaud, Pierre-Yves. (2011). Physical Stressors during Neonatal Transport: Helicopter Compared with Ground Ambulance. Air medical journal. 30. 134-9. 10.1016/j.amj.2010.11.001.
GRACA, Andreia Catarina Gonçalves da et al . Transporte inter-hospitalar do doente crítico: a realidade de um hospital do nordeste de Portugal. Rev. Enf. Ref., Coimbra, v. serIV, n. 15, p. 133-144, dez. 2017.
JÚNIOR, G. A. P.; NUNES, T. L.; FILHO, A. B. Transporte do Paciente Crítico. Medicina, Ribeirão Preto, 34. 134-153, abr/jun. 2017.
LACERDA, M. A.; CRUVINEL, M. G. C.; SILVA, W. V. Transporte de Pacientes: Intra-Hospitalar e Inter-hospitalar.
MANNARINO, L.; TIMERMAN, S. Transporte terrestre e aéreo do paciente crítico. Rev Soc Cadriol de São Paulo, 1998.
MARTÍNEZ, E. C.; TERÁN, B. B.; GARCÍA, J. A. G.; CASARRUBIAS, H. L.; MARTÍNEZ, M. M.; JARERO, F. S.; RUBIEL, D. V. Transporte Del Paciente Crítico em Unidades Móviles Terrestres. Revista de La Associación Mexicana de Medicina Critica Y Terapia Intensiva, Cidade do México. 2011.
Portaria nº 2048/GM disponível em <http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2002/Gm/GM-2048.htm> acessado em julho de 2019.
Shipley, Lara & Gyorkos, Timea & Dorling, Jon & J Tata, Laila & Szatkowski, Lisa & Sharkey, Don. (2019). Risk of Severe Intraventricular Hemorrhage in the First Week of Life in Preterm Infants Transported Before 72 Hours of Age. Pediatric Critical Care Medicine. 20. 638-644. 10.1097/PCC.0000000000001937.
Skeoch CH, Jackson L, Wilson AM, et alFit to fly: practical challenges in neonatal transfers by air Archives of Disease in Childhood - Fetal and Neonatal Edition 2005;90:F456-F460.
Bailey, Vickie & Szyld, Edgardo & Cagle, Kristi & Kurtz, Deborah & Chaaban, Hala & Wu, Dee & Williams, Patricia. (2018). Modern Neonatal Transport: Sound and Vibration Levels and Their Impact on Physiological Stability. American Journal of Perinatology. 36. 10.1055/s-0038-1668171.
TRAIBER, C.; ANDREOLIO, C.; LUCHESE, S. Transporte inter-hospitalar de crianças criticamente doentes. Porto Alegre, PUCRS, 2006.


