Tratamento farmacológico de pacientes hipertensos / Pharmacological treatment of hypertensive patients
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv4n6-267Keywords:
Hipertensão Arterial, Tratamento Farmacológico, Assistência Farcacoterapêutica.Abstract
INTRODUÇÃO: O acompanhamento farmacoterapêutico é uma das atividades de assistência farmacêutica, trata-se de uma atividade na qual o paciente está plenamente envolvido para conhecer melhor sua doença e para que possa ser atendido corretamente com um farmacêutico / químico responsável. Desta forma o paciente é aconselhado quanto ao modo de administração, controle e situações especiais no seu tratamento. OBJETIVO: Discutir a importância do acompanhamento farmacoterapêutico de pacientes hipertensos e analisar os tratamentos e medicamentos utilizados em pacientes hipertensos; evidenciando o papel do farmacêutico e os benefícios do correto acompanhamento farmacoterapêutico para paciente hipertenso. MÉTODOS: Foi realizado um levantamento de dados por meio de pesquisa bibliográfica em dissertações, teses e artigos nacionais e internacionais obtidos das bases de dados BIREME (Biblioteca Virtual em Saúde), LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), SCIELO (ScientificElectronic Library) e PUBMED (UsNational Library of Medicine). Como critérios de inclusão serão utilizados trabalhos publicados nos últimos 10 anos, com texto completo que envolvam a atuação do farmacêutico no tratamento da hipertensão arterial nos idiomas em português ou inglês. Como critérios de exclusão serão artigos repetidos e com insuficiência de dados e que não se enquadram ao objetivo da pesquisa após a leitura do título, resumo, texto completo. RESULTADOS: As bases para o tratamento farmacológico da HTA utilizam 6 classes principais de medicamentos para o tratamento da HTA: diuréticos, beta-bloqueadores, antagonistas do cálcio, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ACE)., Antagonistas do receptor da angiotensina II (ARA-II) e bloqueadores alfa-adrenérgicos ou bloqueadores alfas. Além disso, drogas de ação central e vasodilatadores arteriais também estão disponíveis. As extensas informações disponíveis sobre a eficácia dos anti-hipertensivos clássicos, diuréticos e betabloqueadores, na redução da morbimortalidade associada à síndrome hipertensiva, tornam esses medicamentos referência no tratamento da HTA. CONCLUSÕES: A terapia com medicamentos anti-hipertensivos deve agora ser considerada em todos os pacientes hipertensos, independentemente da idade. Um melhor gerenciamento farmacoterapêutico melhora os resultados gerais, mas ainda existem desafios para pacientes com alto risco cardiovascular.References
ANDRADE, Silvânia Suely de Araújo et al. Prevalência de hipertensão arterial autorreferida na população brasileira: análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 24, p. 297-304, 2015.
ARAÚJO-GIRÃO, Ana L. et al. A interação no ensino clínico de enfermagem: reflexos no cuidado à pessoa com hipertensão arterial. Revista de Salud Pública, v. 17, p. 47-60, 2015.
BAGANHA, Ronaldo Júlio et al. Hipertensão arterial sistêmica e exercício físico: adaptações e mecanismos hipotensores associados. RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, [S.l.], v. 8, n. 47, out. 2014.
BARRETO, Vanessa Carolina das Chagas; RODRIGUEZ, Daniel. Exercício físico associado a uma orientação nutricional adequada para idosos hipertensos: uma revisão. RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, [S.l.], v. 7, n. 40, out. 2013.
BEZERRA, Amanda Silva de Macêdo; LOPES, Juliana de Lima; BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de. Adesão de pacientes hipertensos ao tratamento medicamentoso. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 67, n. 4, p. 550-555, 2014.
CORRÊA, Nathália Batista et al. Não adesão ao tratamento farmacológico anti-hipertensivo como causa de controle inadequado da hipertensão arterial. Rev. bras. hipertens, p. 58-65, 2016.
DUARTE, Otávio De Oliveira et al. Tratamento ambulatorial da hipertensão arterial sistêmica–revisão de literatura. Revista UNINGÁ Review, v. 17, n. 2, 2014.
FREITAS, Jacqueline Gleice Aparecida; NIELSON, SE de O.; PORTO, Celmo Celeno. Adesão ao tratamento farmacológico em idosos hipertensos: uma revisão integrativa da literatura. Rev Soc Bras Clin Med, v. 13, n. 1, p. 75-84, 2015.
GIROTTO, Edmarlon et al. Adesão ao tratamento farmacológico e não farmacológico e fatores associados na atenção primária da hipertensão arterial. Ciência & Saúde Coletiva, v. 18, p. 1763-1772, 2013.
GONÇALVES, Ivan de Oliveira; SILVA, Gustavo José Justo; NAVARRO, Antonio Coppi. Efeito hipotensivo do exercício físico aeróbio agudo em idosos hipertensos entre 60 e 80 anos. RBPFEX - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, [S.l.], v. 1, n. 5, dez. 2011.
LONGO, Marco Aurelio Tosta; MARTELLI, Anderson; ZIMMERMANN, Anita. Hipertensão arterial sistêmica: aspectos clínicos e análise farmacológica no tratamento dos pacientes de um setor de psicogeriatria do Instituto Bairral de Psiquiatria, no município de Itapira, SP. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, v. 14, n. 2, p. 271-284, 2011.
MANSOUR, Samir Nicola; MONTEIRO, Camila Nascimento; LUIZ, Olinda do Carmo. Adesão ao tratamento farmacológico de pacientes hipertensos entre participantes do Programa Remédio em Casa. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 25, p. 647-654, 2016.
REINERS, Annelita Almeida Oliveira et al. Adesão ao tratamento de hipertensos da atenção básica. Ciência, Cuidado e Saúde, v. 11, n. 3, p. 581-587, 2012.


