Percepção da função do profissional nutricionista por parte dos usuários idosos da atenção primária/Perception of the function of the nutritionist professional by elderly users of primary care
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv4n4-203Keywords:
Nutricionista, Percepção, Atenção Básica à Saúde.Abstract
Este trabalho tem por objetivo identificar a percepção dos idosos que frequentam uma unidade básica de saúde em relação à importância da atuação do nutricionista em atenção primária, identificar se o usuário reconhece o trabalho do nutricionista como importante para a comunidade. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas individualmente com usuários da Unidade Básica de Saúde Nímio Insfran, atendidos pela equipe da unidade. As entrevistas foram transcritas e realizou-se análise textual discursiva. Dos 95 idosos (100%) idosos entrevistados que residem nas áreas de abrangência da UBS Nímio Insfram do conjunto Universitário, Rio Branco – AC, o perfil sociodemográfico é composto por 68,4% (65) de mulheres; 66,3% (63) são idosos jovens. Quanto à ocupação; 89,5% (85) são aposentados e 51,6% (49) têm um companheiro; 65,3% (62) possuíam escolaridade abaixo de oito anos. Quanto à renda familiar, 55,8% (53) vive com 2 a 3 salários mínimos. Em relação ao conhecimento do profissional nutricionista a maioria dos idosos, 71,6% (68) afirma conhecer o profissional. Foi observado que 31,5% (30) conhecem o nutricionista e possuem escolaridade maior que oito anos de estudo. Ainda desta população que tem mais de oito anos de estudo, apenas 3,2% (3) não conhecia o profissional nutricionista. Em relação à presença de doenças crônicas, 51,6% (49) apresentaram ter apenas hipertensão, e 5,3% (5) apenas diabetes mellitus. Já 11,6% (11) declararam ter as duas doenças e 22,1 % (21) alegaram não possuir nenhum tipo de doença. Observa-se neste trabalho que o profissional nutricionista é quem possui Brazilian Journal of Health Review ISSN: 2595-6825 16963 Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v.4, n.4, p. 16962-16984 jul./aug. 2021 conhecimentos capazes de melhorar o perfil nutricional dos idosos, respeitando suas mudanças fisiológicas e individualidades. E a falta deste profissional abre espaço para cuidados pouco resolutivos e superficiais da saúde do idoso frente à magnitude dos problemas alimentares apresentados atualmente e maiores custos a saúde pública.References
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