Epidemiologia da gravidez na adolescência em Pernambuco / Epidemiology of teenage pregnancy in Pernambuco

Authors

  • Elisa Carla da Silva Brazilian Journals Publicações de Periódicos, São José dos Pinhais, Paraná
  • Raone Pedro da Silva Araújo
  • Raquel Lira Lustosa Carvalho

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv4n4-129

Keywords:

Gravidez na adolescência. Saúde pública. Gestação de risco.

Abstract

INTRODUÇÃO- A gravidez na adolescência é um problema de saúde pública em Pernambuco. Sendo evidenciado pelos elevados números de gestações precoces e que, facilmente, tornar-se de risco. Podendo trazer, também, consequências emocionais e socioeconômicas para a jovem mãe. OBJETIVO- Essa pesquisa tem como objetivo analisar o perfil epidemiológico da gravidez na adolescência em Pernambuco, no ano de 2018. MÉTODOS- As informações foram coletadas do banco de dados DATA SUS, que contém informações relacionadas aos nascidos vivos, por estado brasileiro, ano e idade materna. Também foi utilizado informações do relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância e Fundo de População das Nações Unidas, de 2019; bem como dados da Secretaria Estadual da Saúde de Pernambuco, do ano de 2020. Foram usados os seguintes descritores: Gravidez na adolescência, gestação de risco, adolescentes, saúde pública. RESULTADOS- A cada cinco nascimentos no Brasil, um é de mãe adolescente, com índice chegando a 65 gestações para cada mil meninas entre 15 e 19 anos. Apesar do nível de fecundidade brasileira ser menor que a média mundial, o da faixa etária entre 10 a 19 anos ainda é elevada. Em Pernambuco não é diferente, no ano de 2018, 18% do total dos nascidos eram de mães adolescentes. Os registros mostraram que 1.222(0,89%) bebês nascidos vivos eram de mães com idade entre 10 e 14 anos. Na faixa entre 15 e 19 anos, foram 23.727(17,15%) recém-nascidos. Só em Recife, são realizados aproximadamente de 14,4 mil partos ao ano, em média 1.929 (13,4%) deles, de adolescentes. Contudo, esses números decaíram numa década, pois no ano de 2008, foram 32.730 partos de adolescentes; já em 2018 foram 24.949, houve queda de 4,5%. CONCLUSÃO- Mesmo tendo consequências psicológicas e por vezes fisiológicas, causando diversos problemas obstétricos e neonatais; a taxa de gestantes adolescentes, em Pernambuco, continua exacerbada.

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Published

07/31/2021

How to Cite

DA SILVA, E. C.; ARAÚJO, R. P. da S.; CARVALHO, R. L. L. Epidemiologia da gravidez na adolescência em Pernambuco / Epidemiology of teenage pregnancy in Pernambuco. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 4, n. 4, p. 16037–16044, 2021. DOI: 10.34119/bjhrv4n4-129. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/33665. Acesso em: 19 oct. 2026.

Issue

Section

Original Papers