Atuação da fisioterapia na mobilização precoce em pacientes críticos: revisão de literatura / Physical therapy action on early mobilization in critically ill patients: literature review
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv4n3-182Keywords:
Mobilização Precoce. Pacientes acamados. Unidades de Terapia Intensiva. Fisioterapia.Abstract
A Fisioterapia contribui na preservação das funções vitais de diferentes sistemas do corpo humano, atuando no cuidado e nas intervenções em doenças musculares, cardiopulmonares e circulatórias, minimizando a probabilidade de complicações clínicas. Apresenta, ainda, o propósito de diligenciar a força da musculatura, reduzir a retração dos tendões e evitar as más posturas, que podem causar lesões por pressão e contraturas. O objetivo do presente trabalho é apresentar a atuação da Fisioterapia na mobilização precoce de pacientes críticos. Trata-se de um estudo exploratório, por meio de uma revisão bibliográfica, baseada em artigos dos indexadores SciELO, MEDLINE e Google acadêmico. Foram utilizados como critérios de inclusão artigos dos últimos 10 ano/s, disponíveis na íntegra, em português e inglês; já os critérios de exclusão foram artigos pagos, duplicados, cartas ao editor e artigos de opinião/ reflexão. A busca inicial apontou 45 artigos, dos quais foram selecionados 7 para compor a amostra, de acordo com os critérios mencionados. A mobilização precoce em pacientes em estado crítico, em unidade de terapia intensiva, tem demonstrado resultados positivos. Os programas de mobilização precoce baseados em evidências são seguros, tendo como resultado o ganho de força muscular respiratória e periférica, a redução do tempo de uso de ventilação mecânica e internamento hospitalar, além de progresso do desempenho funcional. Toda musculatura mobilizada precocemente age em comunhão com os órgãos e sistemas, através de ativação do sitio de ligação, gerando assim uma reabilitação mais acelerada e com a diminuição de agravos e consequências. Pode-se concluir que a fisioterapia atua, de forma eficiente, na mobilização precoce de pacientes críticos, favorecendo sua recuperação mais rápida, o que é de grande importante no processo saúde-doença, especialmente quando se trata de pacientes nas unidades de terapia intensiva.
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