Incidências das comorbidades não infecciosas em pacientes soropositivos de Teresina-PI / Incidences of non-infectious comorbities in Teresina-PI soropositives patients
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv4n3-156Keywords:
Comorbidade, HIV, antirretrovirais.Abstract
Introdução: A Adquired Immunodeficiency Syndrome (AIDS) é uma doença viral provocada pelo vírus Human Immunodeficiency Virus (HIV) que deprime o sistema imunológico, favorecendo o surgimento de doenças oportunistas. Objetivo: Analisar as comorbidades não infecciosas em pacientes com HIV/AIDS de um hospital de referência de Teresina-PI. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional, quantitativo, realizado entre agosto a dezembro de 2017, sob aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa do Centro Universitário UNIFACID CAAE 70697817.7.0000.5211. Os dados foram organizados em planilha Excel® e analisados com base no valor percentual. Resultados: Foram selecionados 55 prontuários, onde 69,1% (n=38) eram do gênero masculino e 30,9% (n= 17) do gênero feminino, com prevalência de idade entre 31 e 45 anos (61,81%, n=34). Os mesmos realizavam terapêutica antirretroviral com predomínino do uso combinado de Lamivudina e Tenofovir (36,3%, n=20) e Lamivudina isolado (18,1%, n=10). As principais comorbidades foram sobre o sistema digestório (25,43%, n=14), doenças crônicas (30,89%, n=17) e doenças do sistema urinário (14,54%, n= 8)., associados as causas de internação hospitalar pelo desenvolvimento de algias (35,38%, n= 23), diarreia (21,53%, n= 14), febre (20%, n=13), astenia (16,8%, n=11) e outras queixas (6,1%, n=4). Conclusão: Há predominância sobre o gênero masculino e que estes encontram-se em faixa etária superior ao nível nacional/nordeste. Todos estão sob tratamento antirretroviral, que apesar dos benefícios gera alteração metabólica, culminando em distúrbios crônicos.
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