Percepções de uma equipe multidisciplinar de saúde sobre a atuação da terapia ocupacional / Perceptions of a multidisciplinary health team on the operation of occupational therapy
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv4n2-251Keywords:
Equipe Multidisciplinar, Atuação, Terapia Ocupacional.Abstract
INTRODUÇÃO: O trabalho em equipe está colocado como um dos pilares para o alcance das diretrizes pautadas pelo sistema único de saúde (SUS), buscando que as diversas áreas de saúde proporcionem um atendimento integral à população. Observa-se um significativo aumento da inserção do terapeuta ocupacional (TO) compondo equipes multidisciplinares de saúde, no entanto, o seu papel dentro da equipe ainda é pouco compreendido dentro da sua atuação e seu objeto de estudo. OBJETIVO: Partindo disso, o objetivo do estudo é avaliar a percepção dos profissionais de uma equipe multidisciplinar sobre a atuação da TO. METODOLOGIA: Trata-se de uma pesquisa descritiva com abordagem qualitativa, realizada entre janeiro a junho de 2019, por meio de uma entrevista semiestruturada aplicada aos profissionais da equipe multidisciplinar de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), localizada no município de Piripiri- PI. O trabalho foi submetido e aprovado sem restrições pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos do Centro Universitário UNIFACID sob o parecer 64758017.1.0000.5211. Todos os voluntários validaram a sua participação na pesquisa por meio da assinatura no termo de consentimento livre esclarecido (TCLE). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Foram contempladas 10 profissionais, nas quais apresentaram consenso quanto a importância de se trabalhar em equipe e os benefícios que essa ação proporciona à população, no entanto, quando abordadas sobre a atuação da TO, observa-se respostas pautadas em conhecimentos genéricos, não especificando, em si, o objeto de estudo pautado dentro das ações desenvolvidas pela equipe muldisciplinar. CONCLUSÃO: Apesar do papel da TO já ser bem estabelecido, observa-se limitação quanto a sua compreensão dentro do profissional, o que limita sua atuação, dificultando o processo de integralidade preconizada pelo SUS, tendo o paciente como o maior prejudicado.
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