Mola hidatiforme: manifestações clínicas e critérios diagnósticos por imagem / Hydatidiform mole: clinical manifestations and diagnostic imaging criteria

Authors

  • Bruna Vasconcelos Ramos Brazilian Journals Publicações de Periódicos, São José dos Pinhais, Paraná
  • Ana Flávia Bereta Coelho Guimarães
  • Maria Flávia Guimarães Corrêa Santos
  • Amanda Rocha Dorneles
  • Laura de Oliveira Regis Fonseca
  • Marcela Cristina Caetano Gontijo
  • Isadora Sene
  • Amanda Braga Calcagno

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv4n1-283

Keywords:

Mola Hidadiforme, Diagnóstico, Manifestações clínicas, Ultrassom, Beta hCG.

Abstract

A Mola Hidatiforme (MH) é caracterizada como uma patologia que, em sua condição benigna, é classificada em completa (MHC) e parcial ou incompleta (MHP). Ela é englobada no termo “Doença Trofoblástica Gestacional”, que define um grupo heterogêneo de afecções caracterizadas pela proliferação celular anormal originada a partir do epitélio trofoblástico, com formas clínicas malignas e benignas. O objetivo deste estudo é realizar uma revisão de literatura sobre a Mola Hidatiforme (MH) em diversos artigos nacionais e internacionais para estabelecer critérios clínicos e de diagnóstico por imagem associados à esta condição. O presente artigo é uma revisão bibliográfica de caráter narrativo, a mensuração foi obtida a partir de pesquisas por meio de plataformas digitais como: Scielo, Google Acadêmico e Biblioteca Virtual de Saúde. Esta busca compreender o período de 2000 a 2019, nos idiomas português e inglês. Os descritores para o método na busca foram: doença trofoblástica gestacional, mola hidatiforme (MH), achados ultra-sonográficos em MH, critérios diagnósticos para MH. A busca gerou 126 estudos referentes à mola hidatiforme, utilizando os critérios de inclusão e exclusão estabelecidos na metodologia, foram selecionados 11 artigos para esta revisão com o objetivo de analisar os métodos diagnósticos clínicos e de imagem abordado por cada autor. As manifestações clínicas mais pertinentes e discutidas pelos autores são o sangramento vaginal no primeiro trimestre, o útero aumentado para idade gestacional, a eliminação de vesículas e a hiperêmese. O método que melhor tem acurácia diagnóstica para a MH é o Ultrassom (US) ginecológico, a dosagem do beta-hCG aliado com a anamnese e exame físico.

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Published

02/24/2021

How to Cite

RAMOS, B. V.; GUIMARÃES, A. F. B. C.; SANTOS, M. F. G. C.; DORNELES, A. R.; FONSECA, L. de O. R.; GONTIJO, M. C. C.; SENE, I.; CALCAGNO, A. B. Mola hidatiforme: manifestações clínicas e critérios diagnósticos por imagem / Hydatidiform mole: clinical manifestations and diagnostic imaging criteria. Brazilian Journal of Health Review, [S. l.], v. 4, n. 1, p. 3607–3616, 2021. DOI: 10.34119/bjhrv4n1-283. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/25227. Acesso em: 18 oct. 2026.

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Original Papers