Uso de práticas integrativas e complementares como recurso para diminuição dos níveis de ansiedade e estresse em alunos do curso de Fonoaudiologia / Use of integrative and complementary practices as a resource to reduce levels of anxiety and stress in Speech Therapy students
DOI:
https://doi.org/10.34119/bjhrv3n5-008Keywords:
Anatomia, Ensino, Saúde Mental, Auriculoterapia.Abstract
Atualmente observa-se um número elevado de queixas de doenças psíquicas no meio acadêmico universitário. O presente estudo relata a experiência de um trabalho realizado nas dependências do Departamento de Morfologia da Universidade Federal da Paraíba onde se buscou analisar a eficácia do uso de práticas integrativas e complementares como recurso para diminuição dos níveis de ansiedade e estresse dos alunos que cursaram o componente curricular Anatomia Aplicada à Fonoaudiologia I, por meio da auriculoterapia. De acordo com o cronograma da disciplina, foram realizadas sessões com duração de 4 a 8 minutos para cada aluno, nos pontos correspondentes as áreas shenmen, ansiedade e relaxante muscular, já que estes apresentam efeitos tranquilizantes e sedativos. No dia da avaliação, os monitores conduziam um momento de relaxamento previamente à entrada dos alunos nos laboratórios para a realização das provas. Foi realizada a comparação e análise das médias das notas que os discentes obtiveram nos semestres onde houve intervenção e naqueles que não foi realizado esse tipo de prática. Os relatos obtidos foram de um relaxamento muscular intenso, com episódios de sono nas primeiras vinte e quatro horas após a aplicação e em seguida, aumento do bem-estar, bem como, aumento da autoconfiança, não só em relação às provas de Anatomia, mas no contexto e desempenho da aprendizagem em geral. Observou-se resultado positivo nas notas da disciplina de Anatomia. A saúde mental dos discentes tem sido um assunto em pauta recente, assim, se faz necessário pensar em estratégias viáveis para amenizar questões de estresse e ansiedade no âmbito universitário. A qualidade de vida e o bem-estar subjetivo culminam em um aumento da produtividade, melhorando não só o aspecto psíquico do indivíduo, mas também a ocupação a qual ele desempenha.
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